2015 Metal Nacional Resenhas

Angra – Secret Garden (2015)

cover

Novo disco coroa a crise de identidade da banda

Por Lucas Scaliza

Depois de algumas mudanças na formação – como a saída do vocalista Edu Falaschi e a entrada do italiano Fabio Lione (do Rhapsody) e a troca do baterista Ricardo Confessori por Bruno Valverde –, e depois de uma turnê comemorando a importância de Angel’s Cry (1993), primeiro disco da banda, o Angra volta ao cenário do heavy metal com um novo disco de inéditas, Secret Garden.

Os dois últimos lançamentos da banda – Aurora Consurgens (2006) e Aqua (2010) – foram bem fracos. Agora Secret Garden vem coroar uma trilogia de lançamentos sem criatividade e que mostra uma banda em crise de identidade.

O novo disco, que sai no início de 2015, é calcado no power metal que, dentre todos os segmentos de música pesada, é o que menos se renova e mais apreço tem por clichês. Está aí o Dragonforce para não nos deixar mentir. Até mesmo o Marilyn Manson, que também não tem se renovado muito, soube surpreender essa semana com a inclusão de blues em seu disco The Pale Emperor, que sai em janeiro.

Angra - Secret Garden

“Newborn me” é uma abertura interessante e até aceita um solo de violão no meio da pancadaria, mas é o único momento em que algo assim é usado na canção e no disco. É bonito, mas fica deslocado. “Black hearted soul” e “Perfect symmetry” são totalmente power metal, retas e diretas, como qualquer outra faixa de qualquer outra banda que você tenha ouvido desde os anos 90.

“Storm of emotions” começa bem, criando uma atmosfera, e termina com uma dinâmica bem elevada. Só que a mesma estratégia é usada na faixa seguinte, “Violet sky”, inclusive o uso de coro vocal e maior dinâmica no final. São faixas boas, mas que não diferenciam a banda do oceano de metal que inunda o mercado.

Fabio Lione é um bom vocalista e não abusa de falsetes. Possui um timbre próximo ao de Edu Falaschi e é um cantor mais regular do que o brasileiro. Bem, ninguém esperava incompetência do italiano. Já Bruno Valverde cumpre bem seu papel, mas encontra poucas oportunidades de mostrar sua personalidade em Secret Garden. Afinal, tocar pesado e rápido é o que se espera de qualquer baterista de (power) metal. A questão é: o que pode ser mostrado além disso? Os guitarristas Kiko Loureiro e Rafael Bittencourt também passam 70% do disco acomodados em seguir os clichês do gênero. Solos rápidos, fritações, sobe e desce de escala, muita técnica e poucas surpresas, pouquíssimos riffs e solos que vão ficar na mente dos fãs e novos ouvintes. Iria dizer que eles já foram mais safos, mas eles são mais safos. É só prestar atenção na musicalidade de ambos quando não estão tocando com o Angra.

A identidade do Angra quando a banda era capitaneada por André Matos – e também quando passou a ser dirigida pela dupla de guitarristas – foi misturar metal melódico com diversidade cultural. A presença de um riff de baião em “Never understand” ou o violão clássico na dramática “Stand away” (ambos de Angel’s Cry), toda a brasilidade do disco Holy Land (1995), que está entre uma das obras de metal brasileiras mais influentes dos anos 90 por conta de sua sofisticação na hora de misturar rock e metal com temas indígenas e que remetiam a um Brasil de 5 séculos atrás (como as faixas “Holy land”, “The shaman”, “Carolina IV”). E mesmo a primeira reformulação do grupo mostrou pérolas como “Unholy wars” (novamente remetendo ao nordeste brasileiro) e “Visions Prelude” (uma adaptação de Chopin). E o auge do lado progressivo da banda em Temple of Shadows (2004), com faixas muito bem compostas e que conseguiram até atrair uma participação de Milton Nascimento.

Essa diversidade, usada como ferramenta estética e de diferenciação, parece ter ficado para trás ou ser usado muito episodicamente, como o violão em “Newborn me”. “Upper levels”, outra de Secret Garden, começa com uma levada de bateria e de baixo muito interessante e que soa promissora, mas descamba para o metal básico em menos de 40 segundos. Felizmente a faixa comporta uma seção com dinâmica mais comedida para um solo de guitarra mais bem colocado, mais omelete e menos ovo frito.

A busca pela sofisticação e por seu lugar no panteão do heavy metal deu lugar ao metal para fãs. Os elementos que fizeram do Angra uma banda importante para o Brasil por não negar o que o Brasil tinha a oferecer – (sua música, sua história. Oras, até o nome da banda vem da mitologia tupi-guarani) – e ainda assim saber misturar essas influências com o metal europeu. Essa era a identidade do grupo reconhecida internacionalmente. Secret Garden, como foi Aqua, é um desses discos que se você não disser que é Angra, poderá soar como algo do Gamma Ray, do Helloween, do Dragonforce, e de qualquer outro grupo do tipo. Se o Dream Theater sofre com um excesso de confiança em técnica e na autorreferência, o Angra sofre pela razão oposta: a falta de confiança no que construiu de mais artístico e original.

Não há neste novo trabalho nenhuma faixa que ofusque ou que fique no mesmo patamar de “Carry on”, “Time”, “Nothing to say”, “Deep blue”, “Running alone”, “Wings of reality” , “The shadow Hunter” ou “Morning star”. Mesmo “Nova era”, do Rebirth (2002), era um power metal vigoroso e que não se repetia dentro do álbum. E a faixa-título do novo disco, “Secret Garden”, é bonita e refresca o ouvinte com o vocal da holandesa ruiva Simone Simons (do Epica), mas não vai ficar em sua mente como ficou “Rebirth”.

Como power metal, é um disco que poderá agradar aos japoneses (os fracos Aurora Consurgens e Aqua venderam bem por lá). Já os fãs de música enquanto arte terão que ser pacientes.

Angra - Secret Garden 2

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27 comentários em “Angra – Secret Garden (2015)

  1. Pior resenha já escrita

  2. ““Upper levels”, outra de Secret Garden, começa com uma levada de bateria e de baixo muito interessante e que soa promissora, mas descamba para o metal básico em menos de 40 segundos.”
    Você esperava o quê? Um jazz?? kkk Angra é uma banda de METAL (Prog/Power, para ser mais específico), então é óbvio que a maioria das músicas do Angra vai ser desse estilo. Resta você estar ciente disso e apreciar as composições, que, dentro desse “””metal básico”””, são ótimas, em vez de descartar músicas como essa. Não sei qual é a sua definição de Power Metal (que faz você rotular o disco como um disco quase todo de Power Metal), mas, se você fosse pela definição aceita mundialmente, veria que apenas 2 músicas do disco se encaixam nesse estilo (Black Hearted Soul e Perfect Symmetry).

    • Oi, Henrique. Se você leu a resenha, e não apenas o trecho que destacou, deve ter percebido que a questão do metal não é nem de longe a minha preocupação. O problema é a criatividade, que foi para o espaço. Tem 16 anos que acompanho o Angra e ouço metal (diversos tipos de metal, aliás) e tem pouca coisa no disco novo do Angra que soa original. A maior parte das ideias são coisas que estão sendo usadas no metal desde os anos 90. Ou seja, faltou surpreender em vista de tudo que se conhece e se faz nesse cenário. Aliás, citei várias fases diferentes da banda para mostrar como eles eram surpreendentes até 10 anos atrás (na minha opinião). E acredite: 16 anos acompanhando a banda e quero muito gostar de cada CD deles, mas é difícil quando um grupo que já foi seu preferido começa só a usar ideias que você já ouviu tantas outras usarem tantas outras vezes. Por isso disse “metal básico”. Não sei você, mas eu gosto de originalidade.

  3. Concordo com a resenha. Só discordo quando diz que virou música para fãs… Porque fãs do Angra desde sempre sentem e muito esse comodismo e preguiça dos caras – é só fazer um CD de melódico padrão e todo mundo tá feliz… vírgula, né. Com certeza alcançarão o que querem, encher um pouco mais os bolsos, e sobreviverem em lugares que permitam serem mais criativos, mais artistas, porque o Angra hoje não passa disso, uma saída comercial. Por isso não investem nem ousam mais nada. Newborn Me é muito boa, eu gostei, mas os speed metal são sofríveis como vêm sendo há muito tempo, e as “inovações” totalmente forçadas e discaradamente emendadas nas músicas pra dizer que colocaram variedade nas canções. Adeus, Angra.

  4. Concordo em varios pontos da resenha , mas jamais achei o Aurora Consurgens fraco. Longe disso , e um dos melhores em minha opniao! Ja o Aqua possui boas musicas , porem sofre assim como o secret garden sofre com a falta de inspiracao de alguns membros, porem longe de serem albuns ruins. Upper levels ( melhor musica!!) , Newborn Me e Violet Sky sao pontos altos desse album! e me surpreenderam bastante. Um ponto muito importante que voce analisou foi a falta de criatividade em riffs e solos marcantes, muito escasso e generico ! Faltou a “brasileirice”. Ja o baixo do Andreoli ta fantastico. Nada a reclamar do lione, porem achei que “podaram” muito ele. as faixas Secret garden e final ligtht (as piores na minha opniao) nao me chamaram atencao alguma, muito “mais do mesmo”. Enfim achei um bom album , peca em algumas coisas , porem longe de ser um album ruim , gostei mesmo de sair um pouco da mesmice do power metal melodico, assim como no Aurora (puta album foda!kkk) Excelente analise,Parabens! Flws!

  5. Fernando Barbosa

    É uma pena que qualquer um pode escrever uma resenha em qualquer site hoje em dia.

    Que resenha horrível, e não tem uma parte sequer do texto que demostre que o escritor manja pra valer do assunto … frases clichês e pouco aprofundamento técnico no que está dizendo.

    Não sou contra críticas, mas gosto de ler os porquês dela muito bem explicado e entender onde a crítica está apoiada – não foi o caso desta.

    É bom que se saiba do que está falando, mesmo que for para expor uma opinião – opinião que não necessariamente reflete a realidade do que se está expondo.

    • “Não sou contra críticas, mas gosto de ler os porquês dela muito bem explicado e entender onde a crítica está apoiada.”
      Você não encontrou os argumentos que “apoiam” a opinião? Poxa! Quer que liste a bibliografia segundo as normas da ABNT?

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  7. bruno wagner pereira de souza

    A resenha, bem construída! Acredito que resenhas servem para quem não conhece poder ler e conhecer outras fases da banda. Quando mais bem embasada, menos sua validade é comprometida. Esta resenha poderia falar mais objetivamente dos elementos musicais e técnicos que fazem do disco acima mediano e sem a identidade construída, mas entendo que o autor preocupe-se menos com essas informações devido sua preocupação com o alcance do conhecimento do público em geral e/ou não tenha o conhecimento técnico/teórico devido ( estou apenas tecendo possibilidades, exatamente para não ser injusto, e por isso não posso afirmar nada).

    De fato, esse disco do Angra, e na minha opinião, não é coeso, melodias que se repetem muito – é chato saber o que se vai ouvir – apresenta escalas puras, sem inventividade muito apurada como em outros discos do Angra – como por exemplo em Spread Your Fire, de que Kiko consegue arrancar “melodias assobiáveis” – não que eu ache isso importante, mas para unicamente mostrar como algo complexo e bem feito é possível de fazer sem comprometer a melodia – nos solos rápidos da música. Acho que SG tem ótimas faixas, um bom álbum, mas não apresenta ideias novas da banda para o meio.

    Waiting Silence, pra falar de outro álbum, não tem a complexidade de “Perfect Symmetry”, e um garoto com menos de 1 ano de guitarra consegue tocá-la. Ao mesmo tempo, os solos e os arranjos do refrão conseguem surpreender – como pouco visto no meio, em algumas coisas do Symphony X, por exemplo – e nos tocar, nos pega de surpresa, a melodia e o jeito do Edu cantar no disco são novos em comparação a rebirth, o refrão usa as primeiras cordas da guitarra, som limpo. O solo consegue atrair pela sua riqueza técnico-melódica, não por virtuosismo per se. E isso no disco todo é assim. No Rebirth, o Angra, derrotado duas vezes – uma pelo Álbum Fireworks, pois em comparação com os anteriores não tem a mesma riqueza melódica, harmônica e musical; a segunda pela saída da grande voz de André Mattos – consegue fazer um álbum único, inovador melodicamente e diversificado em ritmos, estilos. Para mim, o álbum mais melódico do Angra, tudo ali tem melodia bem feita, cadenciada, sangue, vida, vontade de fazer um grande disco. E com a voz de Edu, bem diferente da do André, o Angra consegue superar-se e voltar a ser uma grande banda. O Álbum traz elementos dos anos 80 sem soar datado, reinventa o antigo com seus arranjos limpos e sua distorção com pouco ganho sem soar Marshal nem Fender, inunda as pessoas com letras de incentivo e amor pela vida, a partir da reflexão da vida da personagem principal. Os arranjos de Milenium Sun, os teclados de Acid Rain, os riffs melodiosos de Running Alone e pra mim uma das melhores frases vocais que o metal já conheceu, Heroes of Sand, e que ainda conta com um solo de final de música em que se espera até a música acabar e se fica desejando mais. A letra passa no refrão a ideia de um Deus que sempre estará do nosso lado, e que os heróis são meramente de areia.

    Eu poderia falar do óbvio, dos álbuns com André, falar mais, mas não tenho tempo de sobra ultimamente para me dedicar a este prazer de escrever. Acho que não precisa. Por essas e outras, um álbum como Secret Garden não chega muito próximo do brilho, da garra e da inventividade sem fim do Angra de antes. Mais do mesmo!

    • Exatamente. Concordo com sua análise musical, Bruno. A banda não tem a mesma qualidade de antes e já não parece se preocupar com as “formas” de álbuns anteriores. Isso é um processo de adequação a um modelo mais acentuadamente europeu também. Não sei se quem gostou de Secret Garden acompanhou a banda e o quanto ela já foi diferenciada.

      • bruno wagner pereira de souza

        Obrigado, Lucas! Também concordo em muitas partes com sua resenha. Lembro de na época muita gente falar mal do Edu, cair matando nos álbuns novos, idolatrando o André. Ouvindo os discos com o Edu cantando há 10 anos atrás hoje, ou no yYoutube, hoje vejo que Edu foi grande criador na banda, inventivo, cantava bem – tinha escorregadelas, mas ninguém sabe o que é uma turnê gigante como as bandas que a praticam, e por isso ng pode falar negativamente quanto a isso ou aquilo na voz do cara, prazos de shows, contratos, e mesmo com isso tudo, o Edu ainda mandar bem. A banda acabou, no seu ápice, digo, em TOS.

        De forma definitiva, tem-me parecido que o Kiko Loureiro é meio egoísta e pensa muito em status. Chamado pro Merdadeaf – só um trocadilho, gosto bastante da banda – “deixa” o Angra. Talvez somente entendamos o real motivo de KL ir pra banda americana depois de algum tempo: se por causa de visibilidade pro Angra, quer seja devido a seu ego inflado, a sua “baixeza” de músico latino americano, paga-pau de gringo como disse Edu numa entrevista uma vez. Será que o Edu foi descartado num momento em que a voz dele já não tava tão legal? Será que o KL foi pro Megadeth porque o Angra não tá numa fase tão boa? Será que ele “deixou” Edu e colocou Angra em segundo plano por não mais agradarem, por causa de status, vaidade? Deixo, abaixo, um texto que achei na internet sobre o caso famoso do Ed Motta, um gênio tupiniquim, porém acho que apresenta alguma relação com essas decisões envolvendo a banda, Edu e Megadeth (e parece que sempre precisamos da cultura do outro para sermos):

        “É… Infelizmente ele (Ed M0tta) dá sinais claros de ser um colonizado… esse texto exaltando os colonizadores e chamando-os de “civilização” e aos “não-civilizados” de “primitivos”, mostra que ele usou todo seu tempo para estudar os “elementos técnicos” da música dita “culta”, mas não tem consciência social, antropológica e possivelmente etnomusicológica também. É notoriamente um típico colonizado que acredita no colonizador como símbolo e imagem do “ideal”. Ele acha que os pedreiros brasileiros são ignorantes em aspectos específicos como a “música sofisticada” que ele faz (ignorando ele a falta de acesso a informação, lazer, cultura e poder de consumo no país onde ele nasceu). Mas ao se expressar expõe os mesmos preconceitos que os estrangeiros costumam ter sobre o Brasil, através da leitura de livros de história escritos por estrangeiros ou no caso dele, através livros de historiografia “brasileiros”, totalmente fundamentados no que os estrangeiros (europeus) escreveram. Ainda exalta os colonizadores, sendo ele um negro brasileiro… Ou seja faz o papel do típico capacho e deseja assim ocupar o lugar do opressor (como diz o Paulo Freire). Em suma, um ignorante.”

      • Belo texto esse sobre o Ed Motta. Ele foi bem infeliz no que disse, de fato negou acesso à sua música a quem poderia curtir. Querer proibir alguém de acesso a arte por julgá-lo incapaz é sempre um tiro no pé. No entanto, não há o que falar da produção musical dele: tem qualidade mesmo. Sobre o KL, não foi dito ainda se ele sai em turnê com o Megadeth. A certeza é que já está gravando com eles. Ninguém falou também em abandonar o Angra, então deverá levar as duas em paralelo. Ou estão vendo como isso tudo pode ficar. Mas seja como for, vejo o KL muito melhor e mais criativo em seus projetos instrumentais e paralelos do que voando baixo tocando metal. Ele é ótimo, mas não tem a preocupação de criar mais para o heavy metal. Isso que me incomoda. Se o Angra não está em uma fase tão boa, em grande parte se deve a essa falta de originalidade. Ficaram muito parecidos com o restante das bandas. Vamos ver se no Megadeth a KL mostra algo a mais.

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  13. Concordo em partes com a resenha, entretanto, acredito que esse novo álbum tende mais pro Prog metal do que para o Power metal de fato, algo que ocorreu com o TOS, mas enfim ,acho que eu entendo o som de maneira diversa a do resenhista. Eu não acreditava no álbum e por isso já esperava um misto do que a banda apresentou até então sem nenhuma inovação, acontece que eu me surpreende positivamente, a banda como eu relatei anteriormente tendeu para o Prog metal( obvio que sem se distanciar muito do power) e o contraste da voz do fabio com a banda foi mais um ponto positivo já que os dois anteriores tinham certa similitude, sobretudo, no tocante aos agudos e afins. Não é um clássico da banda, todavia supera e muito o que a banda fez após o TOS.

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